quinta-feira, 18 de setembro de 2014

As Surpresas #2

Este rapaz foi escolhido no draft da NBA no ano passado com a 21º escolha, mas ao fim do uma época não surpreendeu ninguém e muitos se calhar arrependeram-se da escolha, mas Gorgui Dieng mostrou no campeonato do mundo o porquê de jogar na NBA, o porquê de ter sido escolhido no primeiro round, o porque de ser um dos melhores postes da sua classe. Dieng fez 3 double-double's em 6 jogos e em dois deles ficou muito perto. O camarones carregou a equipa até aos oitavos mas caiu frente á Espanha, e acredito que nesta temporada que vai começar em Outubro, Dieng vai dar uma grande dor de cabeça ao seu treinador, a jogar assim ele merece ser estar no 5 titular dos Timberwolves. (Destaque para os seus fade aways que fazem lembrar Dirk Nowitzki.)
Gorgui Dieng, 6 jogos, 36 Mpj, 16 Ppj, 2 asstpj, 10.7 resspj
 

O próximo jogador já não é surpresa nenhuma, já jogou na NBA e é o pilar da selecção mexicana.
Gustavo Ayon, tem 29 anos e joga na posição de poste, e não entrou na grande liga pela via tradicional, não. Chegou á NBA apenas em Dezembro de 2011 quando os New Orleans Hornets pagaram a clausula de rescisão de 1.5M€ ao Baloncesto Fuenlabrada, equipa espanhola.
Ayon foi envolvido em varias trocas e nunca assentou bem em nenhuma, passou pelos Orlando Magic, Milwaukee Bucks e Atlanta Hawks, mas em Fevereiro deste ano, sofreu uma lesão grave e falhou o resto da temporada, entretanto o seu contrato expirou e até agora está sem clube, aí é que reside a minha surpresa.
Gustavo Ayon fez exibições muito solidas e mostrou todo o seu valor quando foi preciso, contra os Estados Unidos, nem Davis, nem Faried, nem Cousins fizeram farinha dele, nesse jogo marcou 25 pontos e 8 ressaltos.
Gustavo Ayon, 6 jogos, 32 Mpj, 17.6 Ppj, 1.4 asstpj, 7.6 resspj
 

Os Aussies estavam muito desfalcados, mas em parte até foi bom, as expectativas não eram muito altas e não havia tanta pressão, o que faz com que os jogadores não estejam tão nervosos e por vezes o jogo até sai mais fluido e não há tanto medo de falhar. E com isto o treinador descobriu duas novas armas na sua equipa:
Aron Baynes, tem 27 anos, e já jogou na Lituania, Alemanha, Grecia, e na Servia mas nunca numa equipa de topo, até que no incio de 2013, os San Antonio Spurs viram talento e assinaram contrato com ele. Apesar de só jogar em media 9 minutos por jogo, Baynes é tambem campeão da NBA. E mostrou neste campeonato do mundo que o Spurs podem contar com ele e que no fundo merece mais minutos de jogo.
Joe Ingles, tem 26 anos, já jogou na Australia, em Espanha onde representou o Granada e o Barcelona, e depois em Israel para jogar no Maccabi Tel Aviv. Joe tem um bom curriculo, mas não só, mostrou durante o mundial que tem tambem capacidade para jogar ao mais alto nivel. E prova disso é que assinou com os Los Angeles Clippers para esta nova temporada.
Aron Baynes, 6 jogos, 27 Mpj, 16.8 Ppj, 1 asst/bloco pj, 7 resspj
 

Joe Ingles, 6 jogos, 31 Mpj, 11.4 Ppj, 3.4 asstpj, 3.2 resspj
 

Como eu já disse noutro post, nunca considerei a Croacia a vencer fosse o que fosse nem com ambiçoes para tal, mas uma coisa é facto. Bojan Bogdanovic é grande jogador!
Tem capacidade para ele e para dar aos colegas de seleção e foi praticamente isso que aconteceu ao carregar a seleção as costas, em todos os jogos marcou um total de 127 pontos que é cerca de um terço dos pontos totais da equipa.
Bogdanovic foi escolhido pelos Miami Heat em 2011 com a 1º escolha do segundo round, mas foi enviado para a Europa para "amadurecer", pois bem, ao fim de 3 anos não podia estar a jogar melhor e com 25 anos assinou um contrato com os Brooklyn Nets para jogar os proximos 3 anos por 10M€.
Mas houve outro jogador que me surprendeu nesta equipa, eu já o conhecia, Dario Saric era considerado um dos, senao o melhor estrangeiro no draft deste ano da NBA. E a minha surpresa é que ele nao vai jogar na NBA nos proximos 3 anos, e ele esta mais do que pronto para jogar ao mais alto nivel, mas se ele regressar, tal como regressou o Bojan, estou de acordo.
Bojan Bogdanovic, 6 jogos, 34 Mpj, 21.9 Ppj, 1.3 asstpj, 4.2 resspj
 

Dario Saric, 6 jogos, 26.2 Mpj, 11.7 Ppj, 2.3 asstpj, 6.7 resspj

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

a melhorar...

Estive a ler novamente o meu post sobre a Formula E e reparei que não tinha escrito os pontos a melhorar. Quem sou eu pra perceber alguma coisa... Mas há coisas que melhoravam muito a competição.
- A primeira era melhorar as boxes, e difícil porque se tratam de circuitos citadinos, mas talvez isso possa ser mudado no futuro, não sei.
- Retirar o tempo mínimo para troca de carro, que são 50 segundos, não faz sentido, se o objectivo é vencer a corrida, não se pode perder tempo! É trocar de carro e sair da box, o mais depressa possível.
- Um bocadinho mais de velocidade não fazia mal nenhum...
- Cada equipa devia desenvolver o carro á sua maneira para começarem a tentar descobrir o quie que o carro precisa para ter melhor desempenho em termos gerais, tanto em termos de aerodinamica, como mecânica, como motores e baterias, etc.
- O aspecto do carro até é engraçado, eu gosto, é diferente, mas o conjunto pneu/jante que a direcção nos apresentou no inicio era mais apetecível do que este.

As Surpresas #1

Este post vai ser dividido em partes. Estes são os jogadores que me surpreenderam durante toda a competição e vou coloca-los em ordem de acordo com o ranking que a sua selecção ocupou no fim do mundial.

Apesar da Filandia ter ganho apenas um jogo, lutou bastante em todos os jogos e o mais lutador foi, Petteri Koponen. Tem 26 anos e joga no Khimki. Em 2007 candidatou-se ao draft da NBA e foi a 30º escolha, pelos Philadelphia 76ers, no entanto não assinou contrato e foi jogar para a Itália, para o Virtus Bologna onde esteve até 2012. Depois de Itália rumou para a Russia onde ainda se encontra, a jogar no Khimki.
Koponen foi sem sobra de dúvida o melhor jogador filandes, pelo seu domínio de bola e percentagens vê-se que é um jogador acima da média, acredito que podia representar qualquer equipa na NBA e safar-se bem e como ainda é muito jovem, ainda vai muito a tempo.
Petteri Koponen, 5 jogos, 31Mpj, 15.8 Ppj, 5.8 Asstpj, 3 resspj

O próximo jogador, apesar de ter nascido em Nova Yorque e ser americano de nascença, naturalizou-se este ano filipino e representou a selecção das filipinas no mundial. Falo de Andray Blatche. Tem 28 anos e o ano passado representou os Brooklyn Nets na NBA. A minha surpresa neste caso, não foi, nem é a qualidade do seu jogo, porque eu sei muito bem que Blatche é um excelente jogador, a minha surpresa é o facto de ainda nenhuma equipa o ter contratado. O contrato com os Nets expirou e ate hoje que esta sem equipa, fico incrédulo, visto que tem 9 anos de experiência de NBA.
Em todos os jogos que as Filipinas fizeram, ele fez double-double's, em cinco jogos consecutivos, que faz dele um dos jogadores com melhores médias do mundial.
Andray Blatche, 5 jogos, 34Mpj, 21.2Ppj, 0.8 Asstpj, 13.8 resspj

Agora, mais um "americano", mas este representa a Ucrania. Eugene "Pooh" Jeter, tem 30 anos e joga actualmente na China, pelo Shandong Lions, e foi de longe o melhor jogador da seu equipa, o jogador mais dinâmico, o motor afinado de uma máquina muito desajeitada.
Eugene mostrou o porque de já ter jogado na NBA, e na minha opinião que continua a merecer um lugar na mesma. Qualquer equipa ficaria mais forte com um base como ele.
Mas há outro jogador desta selecção que me surprenendeu, Slava Kravtsov, tem 27 anos e vai jogar na China na próxima temporada, ele que também já passou pela NBA, e primeira vez pelos Detroit Pistons em 2012 e no ano a seguir pelos Phoenix Suns, mas no total fez apenas 45 jogos, a jogar cerca de 6 minutos por jogo e a marcar 2 pontos. Ok, não foi la muito bem sucedido, e durante este mundial também não, mas eu vi o jogo entre os Estados Unidos e a Ucrânia e vi o melhor jogo que ele fez em toda a competição, e eu pergunto-me se ele joga tão bem contra os melhores do mundo de certeza que merecia mais do que 6 minutos em qualquer equipa. Nesse jogo ele marcou 15 pontos e 4 ressaltos.

Eugene Jeter, 5 jogos, 31 Mpj, 15.4 Ppj, 5 Asstpj, 3 resspj

Slava Kravtsov, 5 jogos, 21 Mpj, 7.4 Ppj, 0.6 Asstpj, 5.6 resspj

Agora um jovem, que apesar de falar português, não é português, é angolano e para muitos foi a surpresa das surpresas!
Yanick Moreira, tem 23 anos e joga nos campeonatos universitarios nos Estados Unidos pelos SMU Mustangs e esta eligivel para o draft do próximo ano.
Ainda mais surpresa é devido á posição que Yanick ocupa em campo, raras excepções, não costuma ser uma posição onde se encontrem jogadores a marcar muitos pontos.
Yanick fez a sua melhor exibição num dos maiores palcos do basquetebol, para toda a gente ver.
Fez 4 jogos muito sólidos e contra a Lituânia ficou a descansar e jogou apenas 5 minutos (o que estragou a sua média) com muitos pontos e muitos ressaltos e a sua média mostra isso, mas o grande highlight foi a vitória de Angola sobre a Austrália, onde Yanick fez 38 pontos! A melhor marca de todo o mundial, e ainda agarrou uns 15 ressaltos, foi um jogo incrível que eu adorei ver.
Yanick Moreira, 5 jogos, 20 Mpj, 17.8 Ppj, 0.4 asstpj, 8.2 resspj

Dragão Vermelho

"Caro Will, por esta altura, já deve estar curado. Por fora, pelo menos. Espero que não esteja muito feio.
Que coleção de cicatrizes tem! Nunca se esqueça de quem lhe fez a melhor. E fique grato.
As nossas cicatrizes recordam-nos que o passado foi real.
Vivemos numa era primitiva, não e, Will? Nem selvagem, nem sensata.
As meias medidas são o que tem de pior, uma sociedade racional matava-me ou dava-me utilidade.
Sonha muito, Will? Penso em si com frequência.
O seu velho amigo,
Hannibal Lecter "

Frank Gallagher


"Olhem bem para mim.
E agora olhem para a rainha.
Nunca gostei dela, ate me aperceber o quanto eu e a mama temos em comum.
Ambos criamos putos, cujos nomes já não nos lembramos. Está bem que não e mãe solteira mas é como se fosse e somos os dois teimosos que nem burros, ela mais do que eu. Somos representantes de uma espécie em vias de extinção. Somos igualmente adorados e desprezados. Não porque não fazemos porra nenhuma mas por criarmos exemplos extremos e quer sejamos o mandachuva, do lado dela ou do meu lado, ambos temos que lidar com os palhaços que nos cortam os subsídios.
É impossível que ela não pense: “qual é o teu segredo, Frank?” É que eu já despachei os putos há muito tempo, mas ela ainda não viu nenhum pelas costas.
Já tive de me levantar da cama para ir ganhar algum, já ela trata de tudo sentadinha numa cadeira.
Claro que há vantagens. Vejam a malta dela, têm o Brian May, aos pulos no telhado. Agora vejam a minha malta, nós e que sabemos fazer uma festa como deve ser."

a música que trago na cabeça #2


Esperava Mais

O campeonato do mundo de basquetebol já acabou e eu já critiquei e já elogiei mas ainda faltava esta parte, as surpresas e as desilusões.
Desde que a competição começou que eu queria fazer este artigo e fui apontando os jogadores que mais gostei de ver e as melhores exibições de cada um, mas também os que me desiludiram ou que esperava mais.
E para começar vai ser em grande, não um mas 12 jogadores e trata-se de quem? Eu falo da selecção espanhola que deixou ficar mal toda uma nação, eles que jogavam em casa, eles eram os únicos a quem se exigia bater os Estados Unidos, eles que depois dos americanos são a equipa com mais jogadores a jogar na NBA (6 jogadores). Começaram em grande forma, ficaram em primeiro no grupo com 5 vitórias, nos oitavos bateram o Senegal por 33 pontos e as coisas estavam mais ou menos encaminhadas, porque o adversário dos quartos era a França e eles já os tinham vencido antes, pois... A França contrariou tudo e todos e defendeu de uma forma incrível, concedeu apenas dois triplos durante o jogo todo e venceu.
A Espanha já estava na final antes de chegar lá e foi isso que fez com que eles fossem eliminados, foi uma pena mas eles não mereceram e daí a minha desilusão.

Se há americanos a ser nomeados para MVP e para o melhor 5 do campeonato, há outros que por outro lado não corresponderam ás expectativas, nem de perto nem de longe. Kevin Durant ia ser o capitão desta jovem seleçao mas ele escolheu não representar o seu país e o coach K, teve que arranjar uma solução para o lugar dele, o coach escolheu Rudy Gay, não quero ser injusto, eu sei que ele não tinha obrigação de substituir o Durant, nem ocupar o papel dele, mas pela a sua reputação, pelo papel que representa em Sacramento, por tudo isso ele tinha que ter tido mais rendimento, eu não sei se era eu que lhe dava azar, mas sempre que eu o via a jogar ele falhava os livres ou os lançamentos de campo, os triplos, não fiquei nada impressionado com ele. Nos 9 jogos, Rudy fez uma média de 6 pontos por jogo em 14 minutos.
Reparem que no inicio do paragrafo eu escrevi em plural, e porque? Há um outro americano que eu queria mesmo ver, mas esperava mais. Estou a falar de Derrick Rose, eu sei que ele esteve dois anos parado devido a uma lesão muito grave, mas ele sempre que entrava em campo estava mais preocupado em provar que está saudável do que jogar o jogo em si, fazia aquelas suas prefuraçoes incríveis na defesa adversaria, mas sem sucesso porque a bola maior partes das vezes não entrava,e prova disso são os números que ele apresentou. É verdade que fez dois jogos muito bons, frente á Filandia e contra a Eslovénia, mas houve jogos em que ele simplesmente adormeceu, no jogo contra o México e contra a servia, esteve 16 minutos em campo e não marcou um único ponto. Nos jogos contra a Turquia, a Nova Zelândia, a Ucrânia e a Rep. Dominicana ele marcou apenas 2, 3, 4 e 6 pontos respectivamente. Com jogos assim Rose mostra que esta bem fisicamente mas mentalmente ainda não é o mesmo Rose a que estávamos habituados e que tanto gostamos.

A Lituânia apresentava no seu 5 inicial dois jogadores da NBA, não há muitas selecções europeias que se gabem disso, Jonas Valanciunas dos Toronto Raptors e Donatas Motiejunas dos Houston Rockets.
Á partida qualquer equipa que defrontassem estes dois tinham que ter cuidado, mas apenas um se mostrou digno de representar a NBA que foi o poste dos Raptors. Montiejunas fez uma fase de grupos boa mas falhou quando era mais importante, falhou nas fases a eliminar, fez três jogos horríveis, contra a Turquia, contra os Estados Unidos e contra a França, foi uma peça a menos na Lituânia.

Os próximos 3 jogadores não são bem desilusões, são jogadores muito jovens mas dos quais eu queria ter visto mais, dos quais eu esperava mais. Coloca-los neste post é quase sacrilégio, mas tenho que ser justo com as minhas ideias e eu não os posso pôr nas surpresas.
A Austrália participou neste mundial muito desfalcada, sem Andrew Bogut e sem Patty Mills e isso pôs muita mais pressão aos seus suplentes, e qualquer que fosse o seu rendimento estaria condenado á comparação. Eu acho que o treinador devia ter apostado mais no Mistery Man, falo de Dante Exum, um dos melhores bases do draft da NBA deste ano. Ele fez um jogo muito bom frente á seleçao angolana e acredito sinceramente que ele esta na base para o futuro do sucesso dos Aussies.
Para quem vê os jogos da ACB já deve estar farto de ouvir este nome, mas para quem é americano, este nome deve dizer tanto como o nome Dario Saric dizia o ano passado.
Mário Hezonja é candidato ao draft de 2015 da NBA, é apontado como escolha do primeiro round, mas isso não e importante para já, e este caso não tem bem a ver com o jogador em si, mas sim no seu treinador.
Como é que é possível, numa selecção que não podia ter aspirações a vencer fosse o que fosse, carregada ás costas de Bogdanovic e Dario Saric, sem um jogador que fizesse o trabalho sujo e conseguisse ressaltos atrás de ressaltos, sem isto é impossível vencer. O treinador croata não foi capaz de apostar nos mais jovens, Mário Hezonja só jogou em dois jogos e fez cerca de 6 minutos em cada e fez apenas dois cestos, ou seja 4 pontos, Mário joga no Barcelona e ritmo não lhe falta e esta era uma oportunidade óptima para ele crescer e desfrutar ao máximo, mas não os seu treinador prefere que ele esteja sentadinho. Esperava ver mais deste jogador, mas ele não teve culpa, acho que ele poderia muito bem ter ajudado a sua selecção.
E por ultimo um rapaz que por si só poderia ser um trava línguas, Giannis Antetokounmpo, um miúdo por quem a NBA não esperava nada, queriam envia-lo para a Europa assim que terminasse o draft, mas não foi bem assim, ele provou que merecia um lugar entre os grandes, e o que lhe aconteceu neste campeonato do mundo foi o que aconteceu ao Mário e ao Dante, uma seleçao com jogadores mais experientes e mais velhos deixam os mais novos no banco ainda assim fez dois bom jogos na fase de grupos, frente ao Senegal e frente ao Puerto Rico (que eu não vi), o único jogo que vi da Grécia foi contra a Argentina, onde ele fez 0 pontos, daí ter ficado um pouco desapontado.
Contudo estes 3 últimos terão muito tempo de brilhar e no futuro jogarão eles, deixando outros jovens sentados, nunca esquecendo que esta seria uma oportunidade de crescer e brilhar.